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Sainsbury lidera um sector da Distribuição resiliente

23/02/2011

Os números mais recentes da Kantar Worldpanel UK relativamente ao sector da Distribuição no Reino Unido, correspondente ao período de 12 semanas que terminou em 26 de Dezembro de 2010, demonstram diferentes destinos para os sector FMCG e não FMCG, no período festivo.

Enquanto que o sector FMCG teve um Natal próspero com um crescimento assinalável de 5.1%, o sector não FMCG sofreu uma quebra de vendas na ordem dos 2.3%. Isto reflecte o pessimismo dos últimos relatórios de comércio de Natal de alguns retalhistas não-alimentares.

Edward Garner, Director de Comunicação da Kantar Worldpanel UK afirma: “A perturbação causada pela neve antes do Natal fez com que muitos consumidores só se aventurassem para fora de casa para fazerem compras de supermercado essenciais. As ruas principais são normalmente mais movimentadas neste período, mas neste Natal os compradores preferiram comprar produtos não FMCG como DVDs, brinquedos e livros, enquanto faziam as suas compras de FMCG. O aumento dos níveis de gastos em vez do número de compradores foi a força por detrás do forte aumento do sector FMCG, neste período”.

Historicamente a Sainsbury cresce durante o Natal, porque os compradores optam por gamas mais premium. Este ano não foi diferente e culminando um período de crescimento consistente que começou em 2004, a Sainsbury foi o único retalhista do Top 4 que aumentou a sua quota de mercado neste período – de 16.3% no mesmo período de 2009 para 16.6%.

A Tesco manteve a sua quota de mercado inalterada de 30.5%, mas tanto a Asda como a Morrisons tiveram pequenas quebras na quota de mercado de 0.1%. No entanto, as marcas próprias Premium dos retalhistas do Top 4 cresceram 11%, em relação ao ano de 2009.

A Waitrose também teve um crescimento robusto de 9.4%, ajudado pelo considerável media buzz à volta do seu Delia Smith e da sua receita de oferta Heston Blumenthal.

Depois de alguns meses turbulentos, os discounts Aldi e Lidl cresceram acima do mercado neste período, com os níveis de gasto a aumentarem significativamente. Isto aconteceu possivelmente pelas localizações urbanas convenientes, que permitiram evitar a neve e também alguns compradores continuam à procura do value for Money, num mês onde se gastam sempre mais.

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Paulo Caldeira
Business Development Director

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