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Um país numa chávena de café

16/07/2019

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Um país numa chávena de café

São mais de 16 biliões as ocasiões de consumo das categorias de bebidas e snacking em Portugal num ano realizadas dentro e for de casa, o que se traduz em 32 ocasiões de consumo de um indivíduo por semana nestas mesmas categorias.

E apesar da recessão económica que nos acompanha nos últimos anos, 30% delas acontecem fora de casa. Número que, em grande parte, se deve ao café. No fora de casa quase 80% das ocasiões de consumo são apenas de café, ou seja, de forma isolada e sem acompanhamento de outro produto.

E a verdade é que não podemos pensar em Portugal sem pensar em café, sendo este o protagonista no dia-a-dia dos Portugueses e encontrando-se no top 5 das categorias mais consumidas fora de casa nos diferentes momentos.

Se por um lado começamos o nosso dia acompanhando o café com alguns lácteos e bolaria, por outro lado, conforme o nosso dia avança vamos introduzindo os refrigerantes, as águas e os sumos, ou já na parte da tarde e no jantar, as bebidas alcoólicas. Mas a verdade é que o café é sempre o protagonista e nunca acabamos o nosso dia sem o café entre outros produtos mais prazerosos como os gelados, ou os snacks de chocolate.

E tal facto não é de estranhar se pensarmos que o café é uma categoria muito acessível em Portugal. Pagamos 0,80€ em média, por um café fora de casa em Portugal valor que fica muito longe dos quase 4€ na China, ou quase 3€ em UK. Mas não precisamos ir tão longe, pois em Portugal, o café (em média) é 1€ mais barato do que no país vizinho, Espanha, o que nos leva a pensar na acessibilidade da categoria e o espaço potencial para gerar valor incremental.

Isto torna Portugal no país com mais adeptos de café: 9 em cada 10 Portugueses bebe café fora de casa de forma regular e tem desenvolvido ao longo do tempo uma forte e enraizada cultura social de beber café.

Muitos de nós combinamos beber um café, principalmente nas cafetarias, no final do dia ou no fim de semana, acompanhados pelos nossos amigos, colegas ou familiares, como um ato social. Mas o café é um elemento tão presente na rotina dos Portugueses que bebe-lo sozinho não é nenhuma barreira para disfrutar desta bebida, e isto verifica-se quando vemos que metade das ocasiões de consumo de café fora de casa são feitas sem companhia.

Se pensarmos no que nos leva a beber café encontramos diferentes motivos, tais como o nosso momento de descontração, ou a nossa bebida de preferência, passando pelo sabor, o hábito e, principalmente, o prazer.

É realmente fácil para qualquer consumidor Português ver-se refletido nestes motivos de consumo. Os verdadeiros amantes do café são os que reconhecem e valorizam o sabor e o cheiro de um bom café. Como o café está tão presente no dia-a-dia dos consumidores e em todos os momentos, faz do hábito uma importante razão do seu consumo. E o prazer, porque realmente os Portugueses disfrutam bebendo café sendo este o principal dos drivers de escolha no consumo fora de casa.

Bebemos café sim, mas desde que seja doce. 63% das ocasiões de consumo são sempre de café com açúcar e privilegiando o Expresso ao resto das variedades. Variedades de café que são muitas em Portugal, e que até podem variar de nome dependendo da região do país onde estamos, convertendo o café num elemento nacional, ou mais do que isso, numa paixão.

Mas, não nos podemos esquecer que o mercado está em contínua mudança e o consumidor está cada vez mais exigente até numa categoria tão tradicional como o café.

Desta forma temos visto como os principais fabricantes têm feito grandes esforços por tornar a categoria mais moderna, dinâmica e premium, e adaptando-a às novas realidades e exigências do consumidor atual. Exemplos deste movimento são a oferta de uma maior conveniência via as cápsulas de café (único segmento de café com crescimento no último ano e que já conquistou 7 de cada 10 lares Portugueses), ou a preocupação pelo meio ambiente criando opções biológicas ou consciencializando os consumidores da importância da reciclagem das cápsulas de café, alavancado a sustentabilidade.

Neste contexto, o futuro da categoria passa sem dúvida por surpreender um consumidor cada vez mais exigente e dedicado, sem esquecer a tradição que remonta às raízes do café elevando-o nesta era recente de modernidade e valorização.

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Marta Santos
Manufacturers Sector Director

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